Fim de ciclos: deixe ir e deixe vir!

Aceitar o fim de um ciclo pode ser bastante desafiador. Nós gostamos de estabilidade, nos sentimos confortáveis, seguros, não queremos conscientemente deixar aquilo que já conhecemos e gastar energia (e tempo) para iniciar um novo ciclo. E, definitivamente, não queremos abrir mão do que temos para ir atrás de algo que não temos ideia de como vai ser.

Observe, não absorva

A vida não é perfeita. Às vezes, são situações inesperadas e difíceis; às vezes, pessoas próximas que tomam atitudes que não achamos certas. E pode ser que a gente tenha razão, pode ser que não. A verdade é que, inconscientemente, acreditamos que sabemos o que é melhor. E daí, quando o mundo e as pessoas não agem conforme as nossas crenças, sem nem percebermos, reagimos como se estivéssemos sendo diretamente atacados, deixamos nossas emoções explodirem dentro de nós… e algumas vezes para fora de nós

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Pequenos traumas e grandes limitações

Se você já viveu um acontecimento traumático sabe como é: inesperado e dramático, nos sentimos sozinhos no mundo e sem ter a mínima ideia do que fazer a respeito. O corpo também responde ao trauma redirecionando o sangue para onde é mais necessário, liberando hormônios, se preparando para correr, lutar ou travar, o estômago fica apertado, a visão fica mais aguçada, as mãos ficam geladas. Sentimos a vida em perigo real ou, no mínimo, ameaçada. A intensidade das reações pode

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De quantas maneiras você bloqueia sua vida?

Você já se pegou recusando a ajuda de alguém só porque não queria parecer fraco? Ou mesmo fica se perguntando se essa pessoa — que não sua mãe nem seu pai — está esperando algo em retorno que você pode não estar disposto a dar? Quantas vezes você ergueu um escudo assim que conheceu uma nova pessoa? E quantas vezes você apelou para estratégias como fazer piadas de tudo, posar de pretensioso ou simplesmente mentiu dizendo que não queria incomodar

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ROSANE SAMPAIO

ROSANE SAMPAIO

Especialista em coaching pessoal, profissional, executivo e de equipes. Palestrante, analista comportamental e hipnoterapeuta, com qualificação de practitioner em Programação Neurolinguística.