Como a PNL pode nos ajudar a entender (e dominar) nossas emoções

Nós passamos pela vida tentando o nosso melhor: nos esforçamos para ter sucesso na profissão e na família, para superarmos os momentos difíceis, sermos bons filhos, bons pais, cuidar de nossa saúde física e mais uma variedade de obrigações que impomos a nós mesmos, ou que acreditamos que a sociedade nos impõe.

É uma responsabilidade enorme, principalmente porque não aprendemos dois aspectos essenciais da mente humana: como gerir nossas emoções e como utilizar positivamente o diálogo com nossos próprios pensamentos.

As emoções são o combustível para a ação. E, para usar uma metáfora óbvia, não adianta ter um jato se seu combustível é carvão. Muitos de nós não reconhecem a emoção que estão sentindo em um determinado momento, ou quais os gatilhos que podem disparar um determinado sentimento. Sem esse conhecimento, ficamos sujeitos à variações emocionais conforme as circunstâncias.

Um dia acordamos bem, somos eficientes, criativos, ouvimos e conseguimos dar feedbacks que realmente geram mudanças positivas. Mas no final do dia algo inesperado acontece dando um baque nesta nossa maré de positivismo. No dia seguinte acordamos preocupados com o futuro, receosos do que poderá acontecer, e toda nossa proatividade, produtividade e eficiência somem. Não conseguimos ter foco, nos irritamos com os outros, erramos no trabalho.

Não sabemos o que gerou essa sensação de impotência, e, para piorar, dentro da nossa mente existe aquela vozinha dizendo que não somos bons o suficiente, ou criando mentalmente situações negativas e preocupantes, que não necessariamente se concretizarão. Isso que chamamos de diálogo interno fica girando em torno de um mesmo pensamento negativo repetitivo que amplifica cenários apenas ruins e preocupantes.

Então, o truque é saber qual a emoção que predomina em determinado momento, e quais gatilhos provocam emoções negativas. E isso pode ser aprendido através da Programação Neurolinguística: qual a emoção mais profunda nesses momentos desafiadores, a partir de qual necessidade humana essa emoção surge (segurança, liberdade, significado ou conexão). Aprender como ela surge no corpo (porque toda emoção aparece em algum lugar do corpo),e por fim entender como reverter essa emoção ou gerenciá-la para interagir com as pessoas ao nosso redor ou trabalhar com eficiência.

Já o diálogo interno, a sequência de pensamentos limitantes, traz uma pegadinha: da mesma maneira que nos coloca para baixo rapidamente, é capaz de nos colocar para cima. Então, com a ajuda da PNL, podemos aprender a estratégia que nossa mente subconsciente usa para manter esses pensamentos girando e em que ponto dessa estratégia podemos intervir conscientemente para romper o looping negativo e construir um mindset positivo.

Tudo está em torno de conhecer a nós mesmos, profunda e amorosamente. Aceitar que nunca aprendemos o suficiente sobre nós mesmos pode nos levar a realizações maravilhosas e nos permitirá fazer uma diferença real na vida das pessoas que amamos. E se posso garantir algo pela minha própria experiencia, é que esta é uma jornada que sempre vale a pena. 😉

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ROSANE SAMPAIO

ROSANE SAMPAIO

Especialista em coaching pessoal, profissional, executivo e de equipes. Palestrante, analista comportamental e hipnoterapeuta, com qualificação de practitioner em Programação Neurolinguística.