Viver com alegria e satisfação: é possível?

Se você não viver seguindo sua paixão, estará sempre procurando uma saída”

Não sei quem falou isso, originalmente. Confesso que não sei se reuni vários pensamentos em um, ou se foi alguma frase dita em seminários. Escrevi entre meus insights e outros temas que abordo nas redes sociais. Mas sim, acredito completamente na afirmação sobre viver com alegria.

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Ficamos a maior parte da vida no trabalho, o tempo livre com a família e quem escolhemos para compartilhar a vida. Se não gostamos do que fazemos e o restante da vida é só uma obrigação, como ser criativo, proativo, autoconfiante e amar a si mesmo? Ao menos um dos aspectos do nosso cotidiano tem que despertar paixão!

E então, como conciliar um trabalho para se sustentar financeiramente, mas ficar todos os dias úteis esperando pelo final semana, reclamando o tempo inteiro do chefe e dos colegas? A mesma pergunta é válida para uma relação infeliz: como conciliá-la com compromissos assumidos perante nós mesmos, a sociedade e os filhos? Como fica a saúde física e mental quando vários dias são quase um sacrifício?

Você já notou como é a postura física e a energia de quem gosta do que faz? Não falo daquela energia de quem grita ou explode se a situação não for favorável, mas sim, de quando a olhamos no rosto da pessoa e ela está animada para seu dia, com a mente pronta para encontrar soluções e ir atrás dos resultados, com vontade de viver. Ou até correr atrás do filho aprendendo a andar de bicicleta com alegria.

Encontrar uma congruência a respeito do que nos faz continuar em situações indesejadas é a parte mais importante. Quais os valores pessoais que você está considerando para se manter onde está? Considere como valores pessoais tudo aquilo que é muito importante para você. Muitas vezes, no momento em que escolhemos um caminho (e acredite: a escolha sempre existe, mesmo quando achamos que estamos sendo levados pelas circunstâncias), esses valores atuam inconscientemente. Porém, depois de anos, eles podem perder parte de sua importância, dando lugar a outros mais congruentes com o momento atual. Isso acontece porque no momento da escolha inicial, não nos conhecíamos muito bem. Então, pare por alguns minutos e avalie se as suas insatisfações estão coerentes com seus valores atuais. 

Manter-se em uma situação indesejada por um longo período, pode ser um receio em expandir sua zona de conforto, comodismo ou necessidade. Mas é sempre uma escolha. Entender as razões que lhe mantém ali, pode ser o combustível para continuar, se for o caso. Minha dica é: se no momento não existir possibilidade de romper com esse desafio, encontre algo que você goste de fazer. Pode ser um hobby pessoal, esporte, leitura ou qualquer coisa que te dê prazer. Depois, defina um horário, no mínimo semanal, no qual você irá se dedicar a isso.

Eu adoro o que faço. Hipnoterapia e PNL, correr, nadar, pedalar e dançar. E você, o que adora fazer, com quem adora estar?

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ROSANE SAMPAIO

ROSANE SAMPAIO

Especialista em coaching pessoal, profissional, executivo e de equipes. Palestrante, analista comportamental e hipnoterapeuta, com qualificação de practitioner em Programação Neurolinguística.