Pensamentos dominantes: assuma o controle!

Esses dias um cliente me disse: “Não sei mais o que fazer. Minha mente me domina!”. O treinamento e a experiência me levaram a responder automaticamente, questionando vários aspectos da afirmação e gerando um diálogo interessante. Confesso que me identifiquei com ele. Eu mesma construo meus pensamentos através de diálogos internos.

Costumo sempre escrever sobre as maneiras diferentes que usamos para representar internamente as informações. Embora cada um tenha sua preferência, todo mundo têm a capacidade de usar efetivamente todos os sistemas. Apesar do cliente em questão operar na forma de diálogos internos, o processo de repetir a exaustão de pensamentos pode acontecer com todos, independente do tipo de representação. A solução para isso está em quebrar o looping do pensamento repetitivo, dar um novo significado e novas possibilidades para tal processo mental.

Para quebrar a repetição de pensamentos, o ideal é investir em artifícios divertidos. Aplicativos que mudam a voz podem ser uma ótima ferramenta, por exemplo. Sempre que detectar diálogos internos negativos, experimente gravar o pensamento e depois ouvi-lo como uma voz engraçada. Tal método pode ser usado também para quem processa as informações em termos de sons e música. Embora essa seja uma solução para fazer por si só, ela costuma ser bem eficiente e tende a colocar em perspectiva as preocupações exageradas.

Outro artifício funcional quando os pensamentos são visuais é colocar a imagem em uma bolha. Assim, você vai enxergar tudo de forma desfocada e estourar a bolha com uma agulha imaginária. Já aqueles que priorizam sensações, podem utilizar as atividades físicas para romper o que têm de negativo.

Todas as ações citadas parecem simples, mas têm o objetivo de quebrar o estado, ou seja, de romper com aquilo que está no automático e abrir o caminho para pensamentos diferentes.

pensamentos

Podemos utilizar também o conhecimento de nossos processos preferenciais para construir estados positivos. Como sei que priorizo o diálogo interno, quando me percebo falando algo negativo a respeito de mim e daquilo que nem aconteceu ainda, simplesmente corrijo o pensamento e me pergunto sobre o lado bom da situação. Dá para criar imagens positivas e músicas felizes, ou ainda, buscar sensações dos momentos em que nos sentimos capazes de alcançar até as estrelas!

A “mente que domina” só incomoda porque gera pensamentos de limitação e sensações negativas em geral. Você reclamaria se ela te colocasse para cima? Então, divirta-se colocando as técnicas da PNL em prática e depois comente quais foram os resultados alcançados.

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ROSANE SAMPAIO

ROSANE SAMPAIO

Especialista em coaching pessoal, profissional, executivo e de equipes. Palestrante, analista comportamental e hipnoterapeuta, com qualificação de practitioner em Programação Neurolinguística.