Bolhas mentais e Programação Neurolinguística

Saiba como usar a programação neurolinguística para eliminar aqueles pensamentos um tanto desagradáveis

Você já percebeu que diversas vezes nossos pensamentos ficam girando em torno de um único assunto e nesse circuito fechado, vamos apenas incluindo mais ideias do mesmo tipo, reforçando o pensamento original limitante e alimentando essa espiral descendente de crença em nossa capacidade de superar os desafios? É fácil se deixar levar. Pior é quando isso acontece ao deitar para o descanso merecido e rouba o sono. É como se criássemos uma bolha mental e dentro dela vivêssemos em uma espécie de prisão, a qual é nada mais que própria visão limitada ao que acontece dentro desta “bolha”. Ainda bem que a programação neurolinguística está aí para nos ajudar a compreender o que acontece.

Exatamente como acontece com todas bolhas, seus limites são fracos e quase imaginários, podendo ser rompidos quando nos conscientizarmos dos caminhos mentais que usamos e abrimos a mente para outras possibilidades. A programação neurolinguística usa a expressão “o mapa não é o território”, significando que para cada indivíduo, um mesmo acontecimento gera interpretações, memórias e reações diferentes. É como se várias pessoas visitassem uma cidade e depois desenhassem um mapa dela: cada mapa seria diferente e detalharia aspectos distintos.

programação neurolinguístico

Quanto mais ampliamos o mapa mental da vida através de leituras, convivência com pessoas de fora do nosso ambiente comum, viagens e estudo, mais fracos ficam os limites que nos impomos. O subconsciente, dadas diferentes opções e, principalmente, permissão de escolha, tende para comportamentos e ações melhores e mais saudáveis.

Outra maneira de enfraquecer as fronteiras das bolhas mentais é questionar nossas próprias crenças. Você pode se fazer perguntas simples que abrirão suas opções e trarão a crença na solução das situações que o afligem. Para esse processo, você pode seguir o seguinte modelo:

1- Isso que eu estou repetindo para mim mesmo a respeito do assunto é a única maneira de interpretar a situação?

2- Quem está afirmando que a situação que me incomoda não tem solução diferente?

3- Sou obrigado por outros, além de mim, a continuar fazendo as mesmas escolhas?

4- Se sou só eu, como seria agir de uma maneira um pouco diferente e quais os resultados poderiam ser obtidos?

5- O que eu poderia fazer hoje, sem depender de ninguém, que me levaria a uma situação mais próxima daquela que eu desejo?

Caso você se encontre sem conseguir dormir, pensando nos problemas, desafios, trabalho ou qualquer outra situação desafiadora, sugiro minha própria técnica, quase infantil. Costumo visualizar cada situação sobre a qual não paro de pensar dentro de um balão de festas e vou estourando cada um deles com uma agulha imaginária. Algumas vezes o balão estoura e palavras, imagens e sons se espalham incompreensivelmente pelo espaço mental, então, falo para mim mesma que arrumo tudo de uma maneira melhor no dia seguinte. Outras vezes imagino um furo pequeno, onde todos os pensamentos escorrem por ele, sendo levados como uma corrente para o local onde está tudo que é fadado ao esquecimento. Incrível a mente… durmo rapidinho. 🙂

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ROSANE SAMPAIO

ROSANE SAMPAIO

Especialista em coaching pessoal, profissional, executivo e de equipes. Palestrante, analista comportamental e hipnoterapeuta, com qualificação de practitioner em Programação Neurolinguística.