Dilemas: supere eles com a PNL

Quem nunca se encontrou, em algum momento da vida com dilemas, dúvidas a respeito de qual a melhor decisão a tomar? Uma proposta de um novo cargo ou emprego, mas que implique em uma mudança de cidade, a compra de um imóvel em que o desejado está ligeiramente acima do valor esperado e outras decisões ainda mais difíceis de serem tomadas, como uma separação por exemplo, quando você não está feliz, mas tem filhos e a pode haver perda de estabilidade econômica.

Dilemas e a zona de conforto

Algumas vezes, essas decisões são bem claras para nós, porque o estado atual, pessoal ou profissional, chegou a um ponto de ruptura ou de grande sofrimento ou mesmo é tão incoerente com nossos valores que não conseguimos continuar naquele estado. Outras, entramos naquela conhecida zona de conforto, que pode ser bem desconfortável, e ficamos ali, incapazes de tomar uma decisão definitiva. São os dilemas que a vida está sempre nos apresentando.

Envolvidos na solução desses dilemas, ou seja, nas decisões ou indecisões que tomamos, estão sensações, crenças, os nossos valores e nossa identidade, aquela que construímos ao longo da vida e que apresentamos ao mundo e a nós mesmos, quem acreditamos que somos.

Conflito entre crenças e valores

Por exemplo, se, para uma pessoa, estar empregado com carteira assinada significa segurança e aparece uma oportunidade de abrir seu próprio negócio, a dúvida que surge pode impedir a mudança, mesmo que todos os dados indiquem que será positiva.

Em geral, um dilema aparece quando crenças e valores pessoais estão em conflito como no caso acima, entre segurança e liberdade. Incapazes de decidir entre um e outro, não tomamos uma decisão.

Squash visual – PNL

A Programação Neurolinguística (PNL) sugere uma pratica chamada squash visual:  

  1. Coloque suas mãos sobre as coxas, palmas para cima, e identifique os dois lados desse dilema. Cada mão representa uma das partes e você estará em uma posição de observador em relação as mãos.  
  2. Olhando para uma das mãos, imagine ali a primeira opção. Você pode fazer isso através de imagens, sensações, diálogos internos e sons. Perceba como se sente nela e traga quais das suas habilidades permitem que essa opção se realize. Também pense no que é importante na escolha dessa opção, qual necessidade interna e valores ela atende.
  3. Olhando para outra mão, imagine a segunda opção e proceda da mesma maneira anterior;
  4. Vire uma mão de frente para outra e observe o conflito, a falta de entendimento entre as opções.
  5. Mantendo a posição de observador, pergunte as mãos se estão dispostas a se unir em algum ponto para criar ou optar pelo melhor resultado; permita que as mãos se movimentem para encontrar um ponto de união. Caso não aconteça de imediato, volte a perceber o que mais pode ser importante em cada opção;
  6. Em alguns momentos, as mãos se unirão, sendo que a mão da opção escolhida encobrirá ou segurará a outra. Pode até aparecer uma terceira opção ou solução para o dilema;
  7. Traga as mãos juntas para o peito e deixe a sensação boa de resolução se espalhar pelo seu corpo;
  8. Imagine-se no futuro, vivendo aquela opção de todas as maneiras.

No fundo, você já sabe o que fazer

Um dilema é como uma armadilha que parece sem saída. Mas a verdade é que nosso subconsciente já processou inúmeras vezes todos os aspectos da questão só não conseguimos acesso à resposta.

Esse exercício permite ao consciente ter acesso a esse processamento e a decisão que realmente desejamos. Vamos, então ganhar a liberdade de sabermos para onde ir? 🙂

 

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ROSANE SAMPAIO

ROSANE SAMPAIO

Especialista em coaching pessoal, profissional, executivo e de equipes. Palestrante, analista comportamental e hipnoterapeuta, com qualificação de practitioner em Programação Neurolinguística.